Pois é, parece que a polícia finalmente resolveu trabalhar e colocar atrás das grades os editores do blog http://www.silviokoerich.org e com isso encerrar (ou ao menos dar um tempo) nas ameaças que a comunidade universitária da Universidade de Brasília vinha sofrendo. Para quem não lembra, dois dois presos, um é Marcelo Valle Silveira Mello, conhecido como o racista que em 2005 entrou na comunidade da UnB no Orkut e resolveu discriminar os negros.

Marcelo Valle é bastante conhecido dos frequentadores da comunidade da UnB no Orkut, principalmente dos anos 2005 a 2007, quando se envolveu em diversos escândalos. As reitorias da época, de Lauro Morhy e Timothy Mulholland, jamais fizeram algo de concreto que pudesse cessar as ameaças de Valle. Ao contrário, acobertaram-no o tempo inteiro e abriram um processo (pasmem) contra mim por suposagressão física contra Valle, quando este nazista foi quem partiu paa as vias de fato contra a minha pessoa no Centro Comunitário no dia 05/08/2005. Isso com testemunhas de que ele quem começou a brigar. Tanto é que tentou me acusar de agressão dentro da UnB (tento o aval da reitoria para isso, com um processo aberto contra mim antes mesmo que fosse investigado de quem era a “suposta” agressão física) fora dela (argumentou a mesma coisa no MPDFT, e TAMBÉM perdeu).

O fato é que não é a primeira vez que é preso e, quase sempre, passam a mão em sua cabeça. Vamos ver agora por qual tempo ele ficará detido e quanto tempo depois o blog http://www.silviokoerich.org volta a publicar contra mulheres, gays, negros etc.

Abraços

 

sdsdsd

 

 

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Comunicado de Falecimento – Edilson de Paula Albuquerque

Comunicado de Falecimento – Edilson de Paula Albuquerquer (copiadora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília)

Caros(as) colegas,

é com imenso pesar que comunico o desenlace carnal, ocorrido ainda agora, de Edilson de Paula Albuquerque, proprietário da Copiadora Albuquerque, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília. Ele lutou como um guerreiro contra o câncer por mais de 5 anos, sempre resistindo com muita garra e nos passando a mensagem de que podemos encontrar a felicidade nas maiores adversidades na vida.

Edilson foi um excelente companheiro de todos(as) os(as) que frequentaram a Faculdade de Educação, as confraternizações dos estudantes de Pedagogia e um exemplo de trabalhador. Deixa 2 filhos, esposa, pai (Seu Joel), mãe, 3 irmãos e muitas saudades em todos(as) que tiveram a oportunidade de conviver com ele.

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12 professores EXPULSOS da Faculdade de Educação da UnB!

Ainda sobre a discussão do convênio da SEDF com a UnB e a EXPULSÃO dos 12 professores…

a proposta do convênio é a de que os professores continuariam (como continuam) sendo da SEDF e a sua permanência na UnB é para que a universidade tivesse uma proximidade com as demandas da educação básica no DF de forma mais profícua e contínua. Não sei se é a realidade de todos os 12 professores, mas posso dizer que a maioria deles realizam trabalhos na UnB e nas escolas públicas mais do que muito professor efetivo. Aliás, há professores efetivos que não trabalham nem na UnB, quiçá em escolas públicas! É duro principalmente para os gestores da FE/UnB ouvir isso, mas não é novidade que há professores que sequer aparecem pra dar aula.

Bem, a permanência desses professores na FE/UnB não é impeditivo para abrir concurso na SEDF. Esse é o primeiro ponto. Mas vamos além: ainda que fosse, quem defende esse tipo de argumento diz que os professores estariam trabalhando para a UnB e não para a SEDF, o que não é verdade. Os professores da SEDF trabalham, e muito, para as escolas públicas, e só conseguem fazer isso porque não estão na estrutura engessada da educação básica.

Fora isso, os acadêmicos, imortais que são, detestam admitir que há nessa confusão toda um pouco de orgulho, de brigas por espaço nas áreas, de exposição dos professores que não trabalham pelos que trabalham “E NEM SÃO DA CASA”, de picuinha entre docentes pelos mais variados motivos. Eles conseguem discutir qualquer coisa sem emoção alguma, tomar decisões de gestão “imparciais” (ainda que ensinem o contrário).

Se os professores estão tão preocupados assim com as escolas públicas do DF, por qual motivo não fizeram nada em janeiro de 2011 quando a SEDF anunciou a convocação de 1.500 professores (900 pra pedagogia) e fechou a porta na cara de todos momentos depois? Será que não devem se envolver em “questões externas”, ainda que a lambança tenha sido feita na gestão de dois professores da FE/UnB à frente da pasta? Caso afirmativo, porque em ano de eleição estão quase todos com adesivo do PT em suas roupas, carros e portas?

É por esses e outros motivos que os professores da SEDF que trabalham na UnB DEVEM ficar, e isso depende da mobilização da comunidade acadêmica para garantir essa vitória. É certo que não só professores ruins que estão querendo a saída dos conveniados da SEDF, mas nenhum dos professores da SEDF que estão no TREM DA ALEGRIA do governo corrupto de Agnelo Queiroz (PT-DF) vão voltar pra sala de aula e, novamente, não se vê manifestação alguma dos professores que defendem a educação pública do DF. Algum assessor da Rejane Pitanga, atual deputada distrital e ex-dirigente do SINPRO, vai voltar pra sala de aula? O que fazem eles como assessores de gabinetes além de bajulações para conseguir incluir toda a família e amigos no GDF? Somado a isso está a Reitoria da UnB, que por ser ligada ao PT não tem autonomia nenhuma frente ao GDF e já lavou as mãos dizendo que não irá criar problemas para o governo, passando o problema para os departamentos e, o que parecia democracia, virou tirania. Por quê a permanência dos professores não é decidida em reunião ampliada do Conselho da FE, como foi em 2008 a posição da Faculdade sobre a crise que se instalou na gestão Timothy? Por quê são justamente os que tem intriga pessoal com os professores da SEDF que decidem, em reuniões de colegiado em que tem maioria de votos, a EXPULSÃO dos professores conveniados da FE/UnB? Está aí a democracia da Reitoria, que por sinal foi eleita de forma paritária. Quanta contradição entre o discurso e a prática. Aliás, tanto para a Reitoria como para a Direção da FE/UnB, que também foi eleita de forma paritária REAL (e não POTENCIAL, como é o caso da Reitoria) e hoje joga uma decisão tão importante como essa para reuniões com poucas pessoas, mas que se ouvirem falar disso os arautos republicanos vão dizer que são os “legítimos representantes dos segmentos da Faculdade de Educação”. Balela!

Estudantes, egressos e todos que lutam pela educação de qualidade na FE e nas escolas públicas do DF, mobilizem-se para barrar essa injustiça que estão fazendo com alguns dos melhores professores que temos na UnB.

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“Eternamente @galeradoagnelo” ou “recordar é viver”

Durante as últimas semanas você se recordou de vários momentos de sua infância. Foram várias as pessoas que colocaram como foto de seu perfil no facebook algum desenho animado, seriado infantil ou game de sua infância, a maioria da década de 90 e até 80. Mas… você tem a mesma memória para lembrar do que aconteceu nos 2 últimos anos no Governo do Distrito Federal (GDF)?

Bem, em dezembro de 2009 estourou o escândalo da Caixa de Pandora, em que Arruda e outros integrantes do governo apareciam recebendo dinheiro de Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais (e que relações não é mesmo?). Parte da juventude do PT ocupou a antiga sede da CLDF, enquanto outra parte preferiu ficar de fora com a juventude do PC do B. dia 21/04/2010, outro impasse dividia a juventude do PT, em que parte ocupou a nova sede da CLDF e o restante já preparava a chapa Agnelo Queiroz (PT) e Tadeu Filipeli (PMDB), esse último ex-genro de Roriz, que sempre ganhou eleições do PT no DF. Em todas essas ocupações era comum ouvir a juventude do PT alegando que era impossível conseguir ser governo e ao mesmo tempo servir a empreiteiras e que só o fato do desmatamento do Santuário dos Pajés para a construção do Setor Noroeste era o suficiente para a queda de Arruda.

O que mudou desde então?

A opinião da juventude petista, pois o vínculo com as construtoras, a destruição dos Santuários dos Pajés, a violência com a população de rua do DF que habita regiões próximas ao local onde serão realizados os jogos da Copa do Mundo e outros desmandos continuam.

Vamos recordar alguns vídeos da época da campanha para GDF em 2010 feitos pela Galera do Agnelo:

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Agnelo almoçando no Restaurante Universitário da UnB e fazendo promessas ao campus de Ceilândia (a partir dos 51s):

http://www.youtube.com/watch?v=d2jqhWvdL-s

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Agnelo sabe o que a juventude quer! “Ela não quer anarquia”! Será?

http://www.youtube.com/watch?v=evVQDvNOJ_w

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Galera do Agnelo faz vídeo institucional de Agnelo, mas o novo caminho que nos vemos são só o dos tratores no Noroeste:

http://www.youtube.com/user/galeradoagnelo

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Agnelo almoça com estudantes da UnB (vídeo institucional):

http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=OvLXPd4WSK0

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Agnelo mandando um abraço pra sua galera:

http://www.youtube.com/watch?v=ej-xHP6jVzU

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Santuário dos Pajés é atacado por Emplavi/Terracap/GDF/Agnelo/PT:

http://www.youtube.com/watch?v=9v9AGCvup3Y

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Abaixo segue a lista de doações de empresas da construção civil à campanha de Agnelo Queiroz.GALVÃO ENGENHARIA SA R$ 500.000,00
SERVENG CIVILSAN S.A R$ 300.000,00
EMPLAVI REALIZAÇÕES IMOBILIÁRIAS LTDA R$ 150.880,00
CIPLAN CIMENTO PLANALTO R$ 100.000,00
CIPLAN CIMENTO PLANALTO R$ 100.000,00
CONSTRUTORA E ADMINISTRATORA CORREIA LTDA R$ 100.000,00
MPE MONTAGENS E PROJETOS ESPECIAIS S/A R$ 100.000,00
MULTIPLAN EMP. IMOBILIÁRIOS S/A R$ 100.000,00
MULTIPLAN EMP. IMOBILIÁRIOS S/A R$ 100.000,00
PARANAPANEMA S/A R$ 100.000,00
CONSTRUTORA RV LTDA R$ 50.000,00
CONSTRUTORA RV LTDA R$ 50.000,00
CONSTRUTORA RV LTDA R$ 50.000,00
CONSTRUTORA RV LTDA R$ 25.000,00
CONSTRUTORA RV LTDA R$ 25.000,00
ALUSA ENGENHARIA LTDA R$ 15.000,00

Total R$ 1.865.880


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A extensão para o Movimento Estudantil da UnB!

Aula prática de hipocrisia: 8 chapas concorrem à eleição para DCE da UnB! Todas querem salvar o mundo, mas são incapazes de comparecer à Semana Universitária e participar das várias atividades de extensão, todas gratuitas, que acontecem pelos 4 campus. enquanto isso no bar Por-dol-Sol, em frente ao campus Darcy Ribeiro, as mesas estão lotadas. o Facebook está lotado. o Twtitter e o Orkut estão lotados. até minha paciência está lotada com uma Academia que não se volta às comunidades e, quando o faz, recebe a punhalada dos próprios filhos. todo mundo tem tempo pra tudo, até pra fazer campanha pra DCE prometendo mais coisas do que um candidato à Presidente da República. prometem até apoio à extensão mas na prática a deixam correr vazia por toda a Semana enquanto planejam a melhor forma de ganharem o espaço físico que representa a materialidade de seu ego fútil e inescrupuloso. está aqui um pequeno diagnóstico para lhe ajudar a votar nessas eleições de DCE da UnB.

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Em defesa das cotas para a pós-graduação!

João Telésforo: um estranho no ninho na Faculdade de Direito da UnB.

Oi pessoal!

Segue abaixo um ótimo texto do João Telésforo Medeiros Filho, mestrando em Direito do PPGD/UnB. Num momento em que o Sistema de Cotas da UnB é atacado por revistas covardes como a Veja ou partidos mensaleiros como o Democratas, Telésforo, como é conhecido na UnB, não recua e vai para dentro da FD, reduto de Gilmar Mendes – contrário às cotas e mentor da advogada do DEM – para dizer que ações afirmativas somente na graduação é pouco, ainda mais quando se pensa somente em ações “afirmativas” (!) para filhos de diplomatas mas não para quem de fato necessita de inclusão.

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A “Escola de Direito do século XXI“, propõe o amigo Daniel Vargas, doutorando na Harvard Law School, deve ser global, criativa, colaborativa, abrir-se para o mundo e engajar-se socialmente nos problemas da realidade (com ênfase para o papel da prática nesse aspecto).

Concordo, essas diretrizes são essenciais e precisam ser priorizadas. Por isso, fiquei muito contente hoje ao saber do plano de criação de um edital para alunos estrangeiros para a pós da FD em breve. Na reunião do colegiado da pós hoje, deixou-se de aumentar ainda mais o número de vagas do próximo edital de seleção (que será agora de 40 no mestrado e de 20 no doutorado) porque já se contou com a reserva de algumas vagas para esse edital exclusivo para os alunos estrangeiros, que há de vir.

É uma grande notícia, tem tudo para se tornar realidade, e torço para que se concretize mesmo! Também na graduação, precisamos estabelecer uma política para fomentar que venham mais estudantes de outros países (tem vindo um ou outro para a FD-UnB, especialmente devido ao convênio firmado entre as supremas cortes do Mercosul e universidades das capitais desses países, mas é muito pouco ainda).

Por outro lado, considero que a “abertura para o mundo” de que precisamos abrange, sim, a abertura para a realidade internacional e o estímulo ao ingresso de alunos estrangeiros, mas também, de modo igualmente decisivo, a abertura para os vários “mundos” existentes dentro da nossa própria realidade, e o consequente estímulo ao ingresso do que Cristovam Buarque chama de “instrangeiros“. Isto é, estrangeiros nascidos por aqui mesmo; estrangeiros porque excluídos do nosso mundo, não compartilham da mesma comunidade social, vivem em uma outra realidade. Falam inclusive outros idiomas, em variados aspectos.

Nesse sentido, da mesma forma como acho justo, legítimo, positivo e necessário reservar vagas (cotas) para alunos estrangeiros, considero justo, legítimo, positivo e necessário reservarmos vagas também que dêem conta de pluralizar nossa Faculdade e nosso programa nesse aspecto social. Uma Faculdade de Direito – bem como um Programa de Pós-Graduação em Direito – deve formar gente poliglota em várias línguas, mas também poliglota dentro de uma mesma língua, a nossa. Trazer a diversidade de mundos sociais existentes para dentro da universidade é fundamental para que ela se abra ao mundo e seja capaz de inovar; onde há diversidade, há muito maior tendência à criatividade. Ademais, a inclusão dos “instrangeiros” poderia incentivar a produção de conhecimentos e a formação de pessoas na universidade mais responsivos às demandas e problemas dos setores excluídos e pouco ouvidos de nossa sociedade. (Ressalto que há outras formas de promover tal diversidade e inclusão ou transformação, sobretudo a extensão popular, mas ela não é em nada excludente com relação às cotas, pelo contrário).

Por isso é que acho positivas experiências já existentes no Brasil como as “cotas raciais”* e as turmas especiais para assentados da reforma agrária, e talvez também cotas para estudantes de escolas públicas.

Já que nosso programa (PPGD-UnB) criará reserva de vagas para estrangeiros, o que é excelente, penso que é o momento ideal para avaliarmos e pensarmos outras modalidades de cotas.

Cada uma dessas reservas de vagas pode ter algo em comum, mas também tem justificativas e propósitos potencialmente diferentes, por isso devem ser pensadas em suas peculiaridades (por exemplo, não penso que cotas para escolas públicas legitimem-se pelas mesmas razões que cotas raciais; apenas em parte, talvez. Há, no entanto, outras razões que podem eventualmente legitimá-las). Vamos ao debate!

*Uso aspas porque o ideal talvez seria chamar de “cotas contra a discriminação racial”, pois o nome “cotas raciais” pode confundir alguém. As chamadas “cotas raciais” NÃO são cotas fundadas na existência biológica de raças e na repartição de vagas entre elas, tal qual supõe ponto de vista disseminado no senso comum. Não é disso que se trata. Pelo contrário, trata-se é de reconhecer e combater a segregação das pessoas em raças, produzida socialmente; a ação afirmativa visa a atacar a produção de desigualdade criada socialmente com base em raça, e para isso precisa reconhecer o fato da produção social das raças (e da desigualdade entre elas) e incorporar esse fato na política pública de combate à desigualdade. Não é “racialismo” reconhecer essa desigualdade social (com base na produção social da raça, fato existente) para combatê-la; racialista é quem defende a cegueira a essa forma de desigualdade, pois implica não interferir na sua reprodução social, isto é, acomodar-se ao status quo de reprodução de desigualdades com base em raça.

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Acampamento Nacional Via Campesina

olá visitantes do blog!
Começou em Brasília, nessa segunda-feira (22/08/2011), o Acampamento Nacional da Via Campesina. São cerca de 4 mil trabalhadores e trabalhadoras rurais de vários locais do país que se encontram para reivindicar justiça social e terra para quem nela trabalha. Foram vários os assassinatos, não somente esse ano, de pessoas que lutavam sem armas e com toda razão pela paz e produção no campo. Vou trabalhar alguns dias com as crianças na Ciranda.
Abaixo foto de Chico Mendes, um herói para o povo brasileiro.

VIA CAMPESINA BRASIL

Secretaria Operativa

São Paulo/SP – CEP 01140-000

Fone/Fax: (11) 3392 2660

Correio Eletrônico:viacampesinabrasil@gmail.com

ABEEF – CIMI  –  CPT  –  FEAB  –  MAB  –  MPA  –  MMC  – MST –  PJR  –  MPP

                           Brasília, 18 de agosto de 2011

 CONVITE

             A partir do dia 22 de agosto, próxima segunda-feira, iniciaremos em Brasília o Acampamento Nacional por Reforma Agrária da Via Campesina. Essa é a principal atividade da nossa Jornada de Lutas que acontecerá em 23 estados do país. Estaremos em quatro mil militantes, oriundos de diversos estados, acampados no Ginásio Nilson Nelson para colocar nossa pauta de lutas para o governo e para toda a sociedade.

            O ato político cultural que dá abertura ao nosso acampamento será nesta segunda-feira às 20 horas, momento para o qual contamos com sua presença.

            Agradecemos desde já a sua atenção e ficamos a disposição para esclarecimentos e confirmação pelo email acampamentobsb@gmail.com ou pelo telefone 61 3322-5035 (Meire).

Atenciosamente,

José Batista de Oliveira

pela Coordenação Nacional

Acampamento Nacional da Via Campesina

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Inaugurada a Biblioteca Virtual do blog!

Já está disponível no blog a Biblioteca Virtual, localizada ao lado direito, na guia de páginas. Há diversos livros e artigos da área de Ciências Humanas disponíveis gratuitamente para download, democratizando o direito à informação e comunicação.

Boa leitura!

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Operação Fronteira: Guarujá do Sul – Santa Catarina – Brasil

Segue o vídeo institucional da Operação Fronteira do Núcleo Extensionista Rondon da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina) e do Núcleo do Projeto Rondon da UnB (Universidade de Brasília) na cidade de Guarujá do Sul, Santa Catarina. A cidade recepcionou a todos(as) muito bem e deixou muitas saudades. O poder público e a população fizeram questão de nos deixar à vontade.

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Orgulho de ser UnB! Vergonha da Veja!

Caso queira pegar esse texto em Word, clique aqui!

“Calma aí, a UnB também não é um mar de rosas… temos Marcelo Vermes como professor!”

A comunidade acadêmica da Universidade de Brasília, também conhecida como esquerdista ou traficante de drogas segundo as reportagens deletérias de Veja, começa a responder à altura a raivosa reportagem desqualificada publicada em 4 de julho de 2011 sob o título “Madraçal do Planalto”. Com erros grosseiros de um repórter vendido que mal conhece a UnB, a ponto de criar um cargo de Decano da Faculdade de Direito para o Professor Ronaldo Poletti – e não existem decanos de faculdades ou institutos, pois esse é um cargo administrativo na Reitoria –, a reportagem é um show de baixaria típico das organizações Civita. Nota-se aqui que podemos focar a discussão em três pontos principais: a ética no jornalismo, a saúde mental de docentes (e somente deles) da UnB e algumas formas que a democracia assume atualmente no país.

A reportagem de Veja contraria os mais elementares aspectos da ética no jornalismo. De um universo de mais de 30.000 pessoas, focou em menos de 10% do público total, no caso, os professores. Desse seguimento, numa atitude científica puramente amostral e sem nenhuma parcialidade, vejam só, a revista divulga a opinião de 6 pessoas que vão de Roberta Kaufmann à Demétrio Magnoli, ambos sem vínculo empregatício com a UnB. No hall de professores da matéria está o inconsequente aprendiz de Big Brother Marcelo Vermes, que agora terá que provar na justiça o que quis dizer com “hostilidade oficial” ao casal de professores Márcio Pimentel e Concepta McManus. O Brasil pode carecer de muitas coisas mas, felizmente, a responsabilidade na publicação de determinadas informações ainda precede o escárnio público. Veja, uma revista que começa depois da página 100 de tanto indexar propagandas e acaba na página 101 após falar mal da UnB ou de Brasília deve um pedido formal de desculpas à comunidade universitária.

Porém, monstros não são criados sozinhos, mas sim alimentados pelos criadores que só os combatem quando percebem que estão fora de controle. A falta de uma política de saúde mental com alguns professores da universidade fez nascer Marcelo Vermes e sua latrina virtual que chama de blog. Inconformado por jamais ter passado no vestibular para medicina e vomitando pelos corredores da UnB que dá aula para esse curso, MHL, como é conhecido, anda com cartõezinhos com o endereço de seu blog a tiracolo e parece passar horas a fio destilando seu veneno na web. Ah, a internet, essa acumuladora infinita de tags… o fato é que agora é difícil identificar se o caso de MHL é para ser tratado pela polícia ou por um corpo de psiquiatras de notório saber científico, dada a omissão da universidade em assumir o seu papel educador de ajudar os incapacitados, com todo o respeito aos psiquiatras e aos incapacitados. É da negligência de colegas docentes, de acharem que é normal, democrático ou não acharem nada das atitudes infantis de Marcelo Vermes que nascem as tentativas de alimentar negativamente a imagem de nossa estimada universidade.

Só para situar o tanto que MHL entende de Keynes e Marx, em 2008 o fanfarrão apoiou a chapa Alternativa Livre, do coletivo UnB Livre, para a ADUnB (Sindicato dos Professores da UnB). A Chapa tinha em sua composição nomes ligados diretamente à projetos de esquerda, como Rita Segato (Antropologia), Perci Coelho (Serviço Social), Jorge Antunes (Música), Patrícia Pinheiro (Serviço Social), Rodrigo Dantas (Filosofia), que foi apoiador e candidato a governador do DF pelo PSTU em 2010 e o próprio Frederico Flósculo (Arquitetura) que inocuamente também foi parar na reportagem jocosa de Veja por divergências pessoais com a Reitoria. Embora jamais tenha aberto qualquer livro de economia ou política social, MHL se acha no direito de chamar os técnicos-administrativos da UnB de vagabundos por fazerem greve e, não obstante, recortar os tweets respondidos por assessores de senadores e colar em seu blog como se respostas pessoais a ele fossem e gozar como se aquele ato representasse o hexacampeonato brasileiro de futebol no Maracanã.

Assim, é impossível falar desse desrespeito à UnB sem falar de democracia, conceito combatido pelo grupo Abril ou por blogs sensacionalistas sem nada de ciência ou Brasil, mas com muito de irresponsabilidade. Um ataque dessa magnitude de Veja à UnB, até o fim da década de 1990, poderia ser no máximo combatido por meia dúzia de sites de partidos políticos ou sindicatos. No entanto, com a democratização da comunicação – ainda incipiente, é verdade, mas crescendo exponencialmente –, principalmente no que tange às redes sociais, indexadoras de propaganda como Veja deixaram de ser a única referência de leitura em massa. Mais que isso, a voz de setores historicamente excluídos está ao alcance de qualquer internauta, bem como as receitas de Ana Maria Braga e os resultados da Mega Sena. Veja, Globo e outras corporações midiáticas capitalistas sofrem bastante com isso e até hoje não conseguiram lidar com a perda de público para o próprio público. Essa questão fica latente quando a população se revolta via web e em atos nas ruas contra golpes como o da bolinha de papel de José Serra no período eleitoral em 2010 ou na cobertura independente via twitter que moradores do Alemão fizeram na invasão da polícia em dezembro do mesmo ano, denunciando os saques das milícias travestidas de lei. É duro ter que encarar a divisão do palco conosco, os contribuintes.

É revoltante ver diretores de centros de custo da universidade com mil afazeres ter que parar suas atividades de ensino, pesquisa e extensão para esclarecer mentiras, deturpações, ironias e outras questões menores que não sejam de interesse público. Entretanto, as acusações são tão cretinas que até a oposição à reitoria ou professores conservadores como o ministro do STF Gilmar Mendes fizeram questão de se posicionar contra a reportagem. Não tenho ligação alguma (nem quero ter) com o PT ou com a Reitoria da UnB, tampouco comungo da visão privatista de educação superior daquele partido, mas o ataque feito por Veja está longe de ser uma questão pessoal como é a de Flósculo com José Geraldo. Portanto, esse ataque merece uma reposta à altura da comunidade universitária, incluindo os maconheiros e pelados criticados por Veja que não trabalham para ferir a liberdade de expressão de ninguém e tampouco obrigam as pessoas a fazer uso indevido de drogas lendo essa revista ou a se despir para aparecer como repórter Esso de um periódico medíocre ou blog delinquente.

Por fim, mesmo com toda essa lama, fica a lição e a resposta da universidade. Veja, Marcelo Vermes e Reinaldo Azevedo, os irmãos metralha ou três patetas, como queiram, conseguiram o que parecia impossível: unir os mais variados pensamentos divergentes da UnB em torno da ética no jornalismo, defesa da democracia e respeito à UnB. Só falta agora união para decidir se é democrático e ético que mantenedores de blogs imbecis no site de Veja ou no Blogspot mereçam ser punidos ou se o caso é para ser tratado clinicamente.

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